terça-feira, 12 de junho de 2012

#DiaDosNamoradosMacabro

Boa noite!

Como todo mundo já cansou de ver em tudo quanto é lugar (até na novela!), hoje ainda é o dia dos namorados.

*Retomando a contagem regressiva que meus amigos e eu estávamos fazendo: Agora faltam 3 horas e meia para isso terminar! \o/

Desde a madrugada, o pessoal já começou a escrever alguma coisa relacionada a essa data ou ao nevoeiro que cobriu a cidade de São Paulo e arredores (aqui em São Caetano do Sul também estava tudo "embaçado").

Pensando nisso eu fiz o seguinte comentário no Facebook:

"Dia dos namorados, neblina em SP... podem trazer as serras elétricas, vamos regravar "dia dos namorados macabro" dessa vez com sangue de verdade! 3:)"

Foi aí que começou minha brincadeira. O bom é que em todos os posts relacionados, eu ganhei pelo menos um "curti". Já é alguma coisa para quem não ganhou presente pela data, né?!

Então para aproveitar o que eu escrevi por lá, passarei tudo para cá. E não é que até fizeram pedidos?! rs... Com vocês, "Desmistificando as músicas românticas, para o #diadosnamoradosmacabro" !







"Então seguirei meu coração, 
pra saber se é amor"
(Jota Quest - Amor Maior)

Não, não é amor. É só a decoração para o dia dos namorados. Amanhã já não tem mais. 















"Eu nunca mais vou respirar, 
se você não me notar..." 
(Cazuza - Exagerado)

Relaxa, qualquer descongestionante nasal resolve seu problema. Isso pode ser carne esponjosa, desvio de septo, gripe... Qualquer coisa, menos amor.












"Só você prá dar
A minha vida direção
O tom, a cor
Me fez voltar a ver a luz
Estrela no deserto a me guiar
Farol no mar, da incerteza..." 
(Guilherme Arantes - Um dia, Um Adeus)
GPS, o que seria das nossas vidas sem você, né?! Isso não era falta de amor, era estupidez geográfica!















"Eu tento me erguer
Às próprias custas
E caio sempre nos seus braços..." 
(Ira! - O Girassol)
Está me achando com cara de muletas? Deixa de preguiça e sai dessa cama sozinho! Isso não é amor, é comodismo!






E pra não dizer que eu não falei de Beatles: (à pedido da Natasha Cunha)








"Love, love, love... 
All you need is LOVE! (Fom fo ró ró rom)
Love, love!
Love is all you need!"
(The Beatles - All you need is love)
Tá maluco? Amor é tudo o que você precisa? Vai viver de amor numa casinha de sapê? O que você precisa é de ar, água, comida, roupa! Vai sair por aí vestindo amor?









***Faça seu pedido! (Fritas acompanha?) Quer sugerir mais alguma frase? Pode mandar nos comentários! Vou ficar feliz!***

Beijos apaixonados! Mas só para quem tiver condições! kkk...

Humilhando - Saindo do Convencional: Ilusão de Ótica Real

Boa noite!! Passando para postar o link do novo amigo blogueiro, o Humilhando! Recomendo! Passem lá também!

Humilhando - Saindo do Convencional: Ilusão de Ótica Real

sábado, 26 de maio de 2012

Guilherme Arantes e o amor

Essa semana estava com o rádio ligado, e em dias diferentes me peguei cantando bem feliz e empolgadamente assim: (Vou escrever errado de propósito para ficar mais fácil de vocês lembrarem, ok?)

* "Eu nem sonhava-a, te amar desse jeituuu..." (Se dizer que lembra que o nome dessa música é "Êxtase", parabéns, porque às vezes até eu esqueço! E assumo que quando era mais nova, confundia-o com o Biafra! Não me pergunte o porquê!)

* "Entraaa em cenaaa, faz seu númeruuu, faz meu gêneruuu, ser seu fã número 1..." ("Fã Número 1")

* "Te amo adeeeeus..." (Daí agora, para escrever esse texto, eu descubro que é "Um dia, Um Adeus"... ainda se fosse em inglês, poderia dar a desculpa de que "quando eu era criança eu não sabia falar inglês e cantava errado!", mas não! Em português mesmo eu mudei a letra!).

Fato é, que para cada uma dessas músicas, eu posso escrever outros textos explicativos de como Guilherme Arantes nos entende! E é esse o X da questão.

Falar "Nossa! Você escuta Guilherme Arantes! Esperava tudo, menos isso de você! Como você é brega!" é muito fácil. Mas vai assumir que você sabe a letra de alguma música dele, mesmo que seja aquela da abertura da novela "Barriga de Aluguel" ("Meu Mundo e Nada Mais"). Isso ninguém quer fazer, né?! Mas eu faço! E com orgulho! Porque Guilherme Arantes me trás muitas lembranças boas da minha infância e, agora que já tenho 27 anos, parece que ele sempre soube o que eu vivo e é um dos artistas que "falam comigo" em muitos momentos.

Tenho certeza que não sou a única! Porque no dia em que eu escutei a 3ª música da minha lista, escrevi no Twitter "Estou em um momento 'Guilherme Arantes'. Beijos!", minha amiga Tânia disse a coisa mais certa (além de confessar que também o adora!): "eu acho que só quem conhece o amor consegue entender a beleza de Guilherme Arantes". Concordo plenamente!


E alguns minutos depois, outra amiga, mas dessa vez no Facebook, postou justamente a "Meu mundo e nada mais". Viu como é só reparar melhor, e ver que mais gente do que imaginamos gosta de boa música?


Deixo o link dessa música para vocês matarem a saudade da infância, ou para conhecer esse artista que as vezes é esquecido.


http://letras.terra.com.br/guilherme-arantes/46312/

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Every little thing...

Às vezes fico pensando nos pequenos detalhes que nos deixam felizes. Nem é tão difícil assim...

Ser feliz é ficar conversando até tarde, tomando qualquer coisa com quem você gosta, seja no bar, seja no sofá.

É ganhar selinho de "parabéns!" quando você faz cara de "Who's bad?" ao passar a fase do Angry Birds que ele não conseguiu. E você passou de primeira. Ou de segunda.

É olhar no olho da pessoa e ficar aquele silêncio de "você está pensando a mesma coisa que eu!". Com "!" ou "?".

É não se incomodar quando a pessoa está conversando com você. Você tem tempo de ouvi-la, porque gosta das histórias que ela conta.E ouve interessada. Não com aquela cara de tédio de "tá bom, pára de falar e vamos logo pros finalmentes!".

É se sentir linda com o jeito que a pessoa te olha. Falo por experiência própria: jogue fora os pensamentos de "mas será que ele atua até nisso? Será que ele faz isso com todas?". Não importa o antes e o depois. O importante é que te deixou feliz na hora.

É olhar pra pessoa que você gosta te pedindo carinho, deitando no seu colo. Sem pedir e sem você mandar.

É saber das chatices da pessoa que você gosta e mesmo assim... gostar da pessoa.

É aquela provocação, fazendo vontade, olhando no olho, chegando perto e... não beijar. Mas depois voltar e beijar com toda a vontade do mundo, de que não quer mais largar.

É pensar que está sonhando ao receber uma mensagem de madrugada.

É sentir a mão da pessoa que você gosta no seu rosto, te fazendo carinho.

A lista é interminável. Mas aí chega o ciúmes e um monte de pensamentos tristes, e ferram com tudo.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Desencontros do Amor

Sem delongas: Oi gente!

Episódio 2: Me busca no metrô? - Desencontros do Amor

E duas semanas se passaram. E ele veio todo serelepe chamá-la no chat do Facebook. Estava feliz com uma viagem que tinha feito, por causa de um projeto dele. A chamou para ver um filme. (outro? Hum, sei... filme... hehehe...)


Ela aceitou. Acordou cedo, foi resolver umas coisas e ligou para ele. Primeiro desencontro: Ele não estava mais na Paulista.

Ok, vamos à aquela estação do outro dia. Mandou mensagem quando estava há 3 estações. Chegou lá, e nada dele. Ligou para ele e entendeu e entendeu a parte em que ele disse para ir caminhando pela avenida. "Você lembra o caminho?". Não. "Então virar a terceira rua à esquerda... .blablabla... (alguma coisa que termina com GAS) e blablabla Rua das... blablabla... e vai descendo".

Ela entendeu que era para ir descendo até a casa dele, oras. Mas a tal da rua com "gas" no final, era a paralela à rua com nome de flores. E era essa que ela deveria descer! Então, claro que houve o desencontro.

Enquanto ela descia por uma rua, ele subia por outra. Ela pensando que o caminho estava estranho, porque não tinha aquele farol maluco que ele explicou da outra vez, e ele pensando... sei lá em que estava pensando. Mas com certeza pensou (mesmo que não fosse com toda a felicidade do reencontro): "onde ela está?".

Enquanto isso, ela (perdida como sempre) saiu perguntando onde era a outra rua com nome de flor. Chegando em frente a casa dele, ela ligou: "Estou aqui!", "Aqui aonde?", "Aqui, em frente à sua casa!".

Ele tinha ido até o metrô novamente! Pediu para que ela esperasse ali, que ele já estava descendo a rua certa. Ela o viu quando estava tocando "Come together" no seu Ipod. (coisa fácil de acontecer, já que tem umas 4 versões dessa música lá!).


Ela o viu. De faixa no cabelo e óculos escuros. Bermuda, chinelo e camiseta. E aquele sorriso lindo. (e aqui tocando My Way do Elvis, enquanto descreve a cena...). Ela lá, mexendo no celular, de tênis, calça jeans e blusinha. Pensando em como seria o oi dessa vez. E então ele chegou perto. Mais perto. Pertinho. E deu um beijo nela. Ao se virarem em direção à casa, as mãos se trombaram, e seguraram uma na outra. (não se sabe se por vontade de um, ou de outro, ou dos dois).

Entraram na casa. Ele meio perdido, querendo entrar em outras portar (lá tem porta na sala, no quarto, na cozinha, tudo dá acesso ao quintal). E ela segura, como se já fosse de casa, indo lá para a terceira e última porta, a da cozinha, a que tem um enfeite com dizeres legais. Ele falou sobre os desenhos novos na parede do quintal. Ela olhando tudo com encantamento.

Sentaram na cozinha, ele falando sobre os quadros que viu no museu, ela lembrando das excursões da escola. Ela lembrou da exposição do Rodin, mas sei lá porquê, lhe veio o nome de "René Descartes" à cabeça. Ele a corrigiu, lembrando que René era um poeta, mas curiosamente ele estava pensando no nome "René", de outra obra.

Foram ver o filme. Tadinho ele dormiu! E ele dorme tão bonitinho, não ronca! Segurando a mão dela. E com uma gripe pesada. Além de estar com fome, porque não tinha almoçado. Ela até comentou que comeu batata no caminho, e que se ele tivesse falado, ela levaria o "delivery" completo. Ele sorriu.

Quando ele acordou, foram para cozinha, onde dois amigos e colegas de casa estavam também. O papo foi muito divertido, mas a parte mais engraçada foi ele tentando fazer macarrão e perguntando: "São 10 minutos depois de levantar fervura ou antes?". Isso depois de já ter colocado o macarrão na panela! Ele olhou pra ela e disse "deveria ter deixado para você fazer!" (acredite: não era melhor não!).

No final deu certo, ele conseguiu salvar o macarrão. Emprestou um livro a ela, e a levou até o metrô. Foram andando o caminho inteiro de mãos dadas. E o coração já esperando por uma outra volta.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Estórias de Metrô

Só porque eu já passei outro longo período sem escrever, e porque eu já esqueci o que eu tinha programado para o último tema da relação de atrasados (além de prometer contar uns causos para a Tânia e Claudia, sobre   as horas iguais no relógio e tals) venho com o início da série"Estórias de metrô".Já é parte do que prometi pra Ellen! rs...

*Esses contos saíram da cabeça da autora do blog, pode ter algumas coincidências com a realidade, mas os nomes não serão revelados. Algumas partes podem ser só imaginação também.*

**Linhas itálicas são os pensamentos atravessados e notas mentais!**

Episódio 1 - Me busca no metrô?

Depois daquela manhã de domingo em que se conheceram, se falaram na noite do mesmo dia, e na segunda também. Previamente marcaram de se encontrar na terça, junto com outro amigo dele.

Na terça de manhã, enquanto ela pensava e imaginava 1001 coisas para falar ou não falar quando o visse, resolveu se levantar. Na mesma hora o celular recebeu uma mensagem. Era ele! Dizia que tinha acordado quebrado da capoeira do dia anterior, se ela não estava interessada em assistir um filme na casa dele.

Seu coração disparou e a cabeça foi a mil. Enquanto pensava mais 1001 coisas, respondeu automaticamente que sim! Perguntando onde ele morava. E todos aqueles pré-conceitos de que "o que ele vai pensar de eu ir à casa dele assim? Nos conhecemos há dois dias, nem nos falamos tanto assim!". Ela já está numa idade em que tem certeza que algo vai acontecer. Ver um filme já é sinal de algo. Não ver o filme, estando na casa dele, já é uma certeza. A não ser que ele seja um menino muito hétero tapado ou gay muito camuflado bonzinho ele vai te chamar para a casa dele para ficar sentado ao seu lado conversando, quietinho, sem pegar na sua mão, sem colocar o braço ao redor do seu ombro.

Seguiu para um estação da linha azul. Acho que se ela parou naquela estação um vez antes desse dia, era muito. (mentira! Acabo de lembrar que ela já foi levar uma conhecida até lá, depois de um ensaio na Lapa, desceu lá quando tentou ver aquele festival de Jazz com um casal de amigos e uma vez entrou lá depois de tentar fazer um exame odontológico. Mas geralmente parava um ou duas estações antes, uma ou duas estações depois).

Uma estação antes, mandou mensagem dizendo "estou chegando!" e recebeu um "vou aí te buscar!" de volta. Chegou lá. Aquele misto gostoso de ansiedade, curiosidade, uma pontinha de medo (e se ele for um psicopata? E se ele for um daqueles palhaços da perua branca, que vai roubar meus rins e eu vou acordar numa banheira cheia de gelo?)


Desses sentimentos, a parte maior era da ansiedade mesmo. Ah, essa companheira de tantas horas (para não dizer TODAS!). Mas e agora, como fazer para disfarçá-la? John Lennon! "Os besouros sempre me salvam", ela pensou. Estava com um livro (ruim) sobre ele, mas era melhor sair do metrô com ele nas mãos. Passou a catraca. Cadê? Não chegou ainda... Deve estar perto!

Algumas páginas e músicas depois, em frente à SSO, ela ainda estava esperando. Ele chegou! Claro que era diferente, sem maquiagem... sempre dá aquela surpresa, parece outra pessoa (na verdade é outra pessoa). Acho que ela também provocou a mesma reação cerebral de "é ela mesma?", por mais fotos que um tenha visto do outro no Facebook.(ele é mais bonito pessoalmente)

Se deram "oi" com um abraço desajeitado e beijo no rosto. Andaram pela avenida, viraram em uma rua, passaram por um posto, uma praça, virou onde mesmo? Não dei para reparar no caminho, porque eles foram conversando o tempo todo. Claro, ela mais do que ele. Ela não presta atenção nos faróis, não sabe o caminho, ele vai sinalizando, falando sobre como um determinado farol é confuso e essas coisas. Até chegarem à tal casa.

Ele disse que morava com outras (8) pessoas. Mostrou como era a casa, cheia de quartos, uma escadinha, várias portas (dava para gravar o clipe de "Oração" lá! Ele disse que já tinha pensado nisso), um moço, a cachorrinha (que descanse em paz, faleceu dois dias depois) e uma moça que moram lá,  mostrou a parte depois da cozinha. Lá era o quarto dele, cheio de livros inteligentes, sobre Freud, Personalidade, Sonhos, Teatro... (e ela lá, falando que não deu certo a tentativa de fazer terapia...).

Na verdade, não teve filme. Mas teve sofá com "Todo mundo Odeia o Cris". Teve cuidados com a cachorrinha, expectativas de que ela melhorasse, teve coração disparado, teve momento de silêncio, teve risada e muitos cafunés. Não só dela para ele, mas dele para ela também.

Teve a volta para o metrô. Não foram de mãos dadas (ela não sabia se deveria pegar a mão dele, e ele também não pegou), mas teve beijo na boca na hora de dar tchau (além dos outros, da tarde inteira. E o primeiro foi quando ela contou que desde a hora que o viu, naquela roda de capoeira, ela teve vontade de beijá-lo. Mas não teve coragem, e ele não conhecia a esquete do "beijo no rosto do palhaço". Naquela tarde de terça, ele a olhou enquanto ela tagarelava, se encostou na parede e esperou. Ela, sentada no canto da cama, olhou pra ele, se aproximou desajeitada, e então aconteceu!).

sábado, 31 de março de 2012

Meu aniversário

Dando continuidade aos posts que queria escrever e estavam atrasados: Hoje é sobre meu aniversário!

Poxa, já passou quase uma semana desde esse dia. E esse ano eu o fiz especial por mim mesma.

Sempre tive umas histórias tristes sobre aniversário. Aos 4 anos, o chantilly do bolo que estava estragado. Aos 10, a bronca pós festa porque não estudei para a prova de ciências no dia seguinte. Aos 19, só 3 pessoas comparecerem a sua casa, e hoje em dia você não fala com nenhuma delas. Aos 25, escutar xingamentos de clientes e depois voltar pra casa, sozinha. Aos 26, levar um "bolo" do bonito que eu pensava que ia sair comigo.

Mas agora nem quero me concentrar nessas coisas ruins de aniversário. Quero lembrar pra sempre do meu aniversário de 27 anos. Esse que resolvi comemorar desde a quinta-feira (até antes!) quando o aniversário é só domingo.

Comecei lá no sábado anterior na verdade, saindo com uma amiga das antigas. Quinta fui a um lugar que já frequento há dois anos, então era fácil encontrar as pessoas conhecidas (que eram muitas). A banda esqueceu do meu nome na hora dos aniversariantes, mas tudo bem, depois um amigo lembrou. Na sexta eu saí sozinha mesmo. No sábado encontrei com a mesma amiga das antigas, além de familiares e ex-colegas de trabalho.

Era pra eu sossegar e dormir, né?! Mas não quis. Chegou finalmente o dia certo! E marcaram um encontro de palhaços! Caramba, há quantos anos a minha palhaça estava "dormindo" por causa da vida "normal" que nos cobram? Mas era o MEU ANIVERSÁRIO, e eu tinha que fazer o que me agrada.

E foi lindo! Depois escrevo como foi o evento inteiro em forma de estorinhas, mas para o post de hoje tenho que contar que quase 200 palhaços cantaram parabéns pra mim no vão do Masp. Que recebi um monte de abraços e parabéns de gente que eu nunca vi, e talvez eu nem veja mais. E de outras que vou querer ver sempre.

Em casa, vieram duas amigas antigas, o namorado de uma delas, um casal de amigos da minha mãe e minha irmã com meu cunhado e meu sobrinho.

Sobrou cerveja, bolo, refrigerante e salgadinhos. Mas tudo bem! Todas coisas que eu gosto e são consumíveis!

Poderia ficar aqui me lamentando, falando "poxa, um monte de gente não veio". Mas não! Veio quem tinha que vir! Todo mundo teve um motivo para não vir me ver (compreensíveis, claro!), mas o que me importa são as pessoas que TEM MOTIVOS PARA ME VER!!

E acho que já estou aprendendo algo com esses tais 27 anos. Aprendi que no meu aniversário de 4 anos, minha irmã fez coelhinhos para enfeitar os balões da minha festa, e que eu tenho as melhores fotos tiradas pelo meu saudoso tio. Que no meu aniversário de 10 anos, eu tinha acabado de ganhar minha cachorrinha Mini, e levava todo mundo para vê-la, além de conseguir reunir um monte de gente e o tema da festa ser o CIRCO! No de 19 anos, rolou cantoria! Tocaram violão! E o bolo era muito bom! No aniversário de 25 anos, meu ex-namorado foi muito fofo e comprou tortinhas do Burguer King e colocou até velhinhas para cantar parabéns pra mim, no meio da praça de alimentação do shopping! Que no do ano passado, eu fui com o pessoal do serviço a um karaokê pra comemorar o meu aniversário e de mais 2 ou 3 amigos de lá.

Saí sozinha nesse ano? Saí! E me diverti também! Porque você não ir com pessoas conhecidas te dá a possibilidade de conhecer as pessoas do lugar.

Não teve entregas anônimas de admiradores secretos? Ninguém se declarou? Ninguém apareceu de surpresa? E daí?! Eu me declarei, ganhei presentes e apareceu quem eu tinha certeza! Certeza de que me faz feliz!